Archive for Junho 2008
Ce n’est pas possible!
Tudo começou quando eu era pequena, com minha mãe sem nunca saber o que fazer com o meu cabelo “do castigo”. Pois bem, ela criou um look que ficou eternizado numas fotos na praia e toda vez que minha irmã olha para a foto que sobrou – perdi uma delas – ela começa a fazer aqueles grunhidos que as pessoas fazem quando vêem aquele tipo de filhotes que aparecem em fotos de livros à venda ao lado do caixa das grandes livrarias.
O penteado que causou tanta comoção? Por muito tempo minha irmã achou que ele era o da Chun-Li, mas, depois de ver a Pucca, não teve jeito…
Eu quero!!!
Dami, o Tim Festival 2008 e eu
Faz umas semanas fiquei sabendo através da Dami, minha querida amiga informada do blog Last Knit, de uma coisa que acho que bastante gente já estava sabendo uma vez que a informação saiu no dia 15 de maio no babalado blog do Lúcio Ribeiro. Tratava-se das atrações e possíveis atrações do Tim Festival deste ano. Entre as confirmadas estão: Klaxons, The Gossip, MGMT, Santogold, Gogol Bordello e Marcelo Camelo. Entre as possíveis: Mika, Beirut, Amy Winehouse, Leonard Cohen e Radiohead, mas essa já é uma história na qual ninguém acredita mais.
A Dami se empolgou e, depois de conhecer Beirut através do seu post no Last Knit eu até entendi um pouco, mas expliquei para essa minha amiga que há uma diferença crucial entre nós duas. Ela é do Rio e eu sou de São Paulo. Não, não vou começar uma tese sobre os gostos destes e daqueles. É simplesmente que ela vai na versão boa do Tim Festival, que acontece no Rio de Janeiro, enquanto eu vou… Bem, na outra. Quem foi se lembra dela, não?
Para aqueles que não se lembram ou para aqueles que não estiveram lá, coloco aqui um trecho da carta de reclamação da Ariadne Natal e a carta de Maria Andrade. Ambas foram enviadas a Folha e postadas no blog Ilustrada no Pop no dia 31 de outubro do ano passado.
“Escrevo para reportar a (des)organização ABSURDA, EXTORSIVA e IRRESPONSÁVEL do Tim Festival!
Pensando friamente, um festival que foi das 18h30 até as 5h (10h30 de shows, com muitos atrasos), no qual você não podia entrar com comida ou líquidos próprios, a água custava R$ 20 o litro (R$ 5 – 250ml), a única opção de comida custava R$ 15 e para completar, ambos acabaram muito cedo (a água antes das 2h), deixando milhares de pessoas que estavam em pé e apertadas em um ambiente de alta temperatura, desidratadas. É uma tremenda irresponsabilidade, é uma questão de saúde pública!!!
Para completar, no final do show o pessoal do Piola fechou o bar e se recusou a devolver o dinheiro de quem tinha comprado as fichas a preço de ouro, e ainda ficaram tirando sarro de quem tentou trocar.” Ariadne Natal
“Gostaria de registrar minha indignação a respeito de uma série de graves falhas na organização do TIM Festival em São Paulo.
Estive nas últimas duas edições do TIM no Rio de Janeiro (cobrindo o evento em uma delas e, na outra, como público) e só tinha elogios a fazer ao festival. Depois da noite de ontem, em São Paulo, me pergunto por que é tão grande o descuido com a versão paulistana. Imagino que a TIM já tenha conquistado uma grande clientela na cidade, senão, estou certa, a empresa não teria a empáfia de tratar tão mal seus consumidores.
1. Apesar de duras críticas do público e da imprensa a respeito da má qualidade do som no Anhembi nos anos anteriores – e a despeito dos ingressos caros – a produção do evento mais uma vez não dispensou atenção suficiente para a questão. Quando o público já estava empolgado com o show do Hot Chip, a apresentação foi interrompida por cerca de 15 minutos, sem ninguém fosse informado sobre o motivo do silêncio do grupo. Ainda sem entender nada, vimos a banda voltar para tocar mais algumas músicas, mas o show já tinha sido comprometido.
2. Os intervalos entre um show e outro chegaram a durar mais de uma hora. Depois do Arctic Monkeys, o público, já exausto, esperou cerca de 1h30 para que o palco do The Killers fosse montado. Em pleno domingo, o show marcado para 1h começou quase às 4h. Nunca vi tamanha desconsideração. Se o objetivo da enorme espera entre um show nem era lucrar com as vendas nos bares -que vendiam cerveja quente a R$ 5 a lata-, nem nisso a produção teve sucesso porque não havia mais nada para beber já no meio do show dos Arctic Monkeys. Alguns amigos foram obrigados a tomar água da torneira do banheiro.
3. Outro curioso fato era a venda de destilados apenas nos bares da área VIP. Será que o ingresso de R$ 400 estava tão inflacionado que a organização precisou criar uma “vantagem” a mais para quem aceitou pagar essa quantia? Prefiro pensar que o motivo (torpe) seja este, e não simples discriminação contra o público que pagou o ingresso para a pista (entre R$ 80 e R$ 200). Ou a organização temia ter problemas vendendo destilados para os que tinham menos dinheiro para gastar com ingresso?” Maria Andrade
Em muitas palavras, a organização do Tim Festival culpou a chuva. A inesperada chuva causou atrasos e eles fizeram com que a necessidade de bebidas etc fosse maior que o planejado. A explicação não me convenceu. Talvez seja o termo previsão do tempo, mas não acho a chuva algo tão imprevisível assim. Aliás, quando penso nisso, não preciso sequer me dar ao trabalho de checar a previsão do tempo, pois sei que posso sempre contar com Murphy. Show ao ar livre ou horas de fila? Vai chover, minha gente! E, vejam só, parece que não sou só eu, pois nos comentários desse post, muitos falam em boicotar o festival como uma forma de exigir a volta do festival como ele era até 2004 (Saudades…).
Com o problema entre cariocas e paulistas sobre o qual até Chan Marshall sabe (vídeo mais pra frente), é uma atitude inteligente ter um festival realizado com tanto esmero no Rio e um tão desleixado em São Paulo? O Tim ainda não foi persuasivo o suficiente para esta paulista que vos fala.
Divertido demais!
Enquanto visitava um dos meus blogs preferidos que infelizmente não vou colocar o link nem o nome aqui para não me tornar tão facilmente rastreável, deparei-me com essa brincadeira muito bacana e, olha só que feio, roubei!
Descubram o nome da banda de vocês, com direito a nome de CD e foto da capa!
1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random – o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.
2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 – as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.
3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ – a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.
Eu queria ser boa com tecnologia e poder colocar a imagem com o nome da banda e do CD. Se um dia eu conseguir, edito o post. O máximo que posso fazer no momento por aqueles que querem saber meus resultados é dizer que minha banda é a Norfolk County – por algum motivo que um dia explicarei na MTV2 ou na NME . A sugestiva foto do nosso primeiro CD “They need you for…” pode ser encontrada neste link.
Precisamos contratar alguém para cuidar da nossa imagem… Não é exatamente a capa que se espera de uma banda chamada Norfolk County…
Deixem-me saber o resultado de vocês!!!
