O número 3

Outubro 24, 2011 § 1 Comentário

Para quem tiver a oportunidade de assistir, o documentário Under the Great White Northern Lights vale muito a pena. White Stripes foi, afinal de contas, umas das bandas mais bacanas e interessantes do nosso tempo.

No documentário, gravado durante turnê pelo Canadá em 2007, a dupla famosa por suas idiossincrasias deixa um pouco de lado sua aura mítica, e dá explicações pé-no-chão – e por isso mesmo geniais – para o que foi costumeiramente tido como bizarrice e afetação. E, claro, como não poderia deixar de ser, Under the Great White Northern Lights é visualmente deslumbrante.

Jack White visita grupo de idosos indígenas


Em um dos melhores momentos do filme, Jack White fala das restrições, sempre em torno do número 3, que pautaram a carreira do White Stripes.

“Inspiration and work ethic, they ride right next to each other. When I was an upholsterer, sometimes you’re not inspired to reupholster an old chair. Sometimes it’s just work and you just do it because you’re supposed to. And maybe by the end when you finish you look and say “eh, that looks good… that’s pretty good,” and that’s it, and you just move on.

Not every day of your life are you going to wake up and the clouds are going to part and rays from heaven are going to come down and you’re going to write a song from it. Sometimes you just get in there and just force yourself to work, and maybe something good will come out of it.

That was our thing: whether we like it or not, write some songs and record them. Force yourself to work. Book only 4 or 5 days in a studio and force yourself to record an album in that time.

Deadlines make you creative. Opportunity, and telling yourself “you’ve got all the time in the world, all the money in the world, all the colors in the palette, anything you want,” that just kills creativity.

(…)

All those things have always been a big component of the White Stripes: constriction, to force ourselves to create.

Only having red white and black colors on any of our artwork and our presentation, as the aesthetic of the band. Guitar, drums and vocals. Storytelling, melody and rhythm, revolving all these things around the number 3. All these components force us to create.”

Transcrição deliberadamente copiada daqui.

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§ One Response to O número 3

  • Renato Marcel diz:

    Ananda, você também aproveitou para fazer uma brincadeira? Aproveitou o terceiro post depois que você voltou a postar para colocar um assunto que envolvia o numero trës? Genial. rs

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